Queijo Velho Chico, maturado por Chico Severino

Somos uma queijaria artesanal especializada em queijos mineiros produzidos a partir de leite cru oriundo de rebanhos bovinos, caprinos e ovinos. Oferecemos queijos certificados e premiados nacionalmente e internacionalmente, das regiões queijeiras mais tradicionais de Minas Gerais e outros queijos artesanais do estado produzidos fora desse circuito, sempre prezando por selecionar produções sustentáveis e que adotem boas práticas higiênico-sanitárias.

Respeito e parceria com os produtores; comprometimento com a tradição do Queijo Minas Artesanal (QMA); ética, profissionalismo e informação para proporcionar aos nossos clientes experiências gastronômicas autênticas da cultura mineira, são o nosso compromisso.

Paulo Roberto de Melo formou-se em Arquitetura e trabalhou no ramo nos últimos 20 anos, mas sempre teve “um pé na roça”. Sua família é de Piumhi-MG, na região da Serra da Canastra, e o gosto pelas coisas do interior o levaram a unir o útil ao agradável: trabalho e queijo artesanal, uai! A prosa pode ser técnica ou despretensiosa e o café está sempre recém passado.

Passeio virtual 360º

Francisco Vicente Severino é queijeiro especialista em Queijo Minas Artesanal (QMA), com certificação em produção de queijos do Serro e da Canastra, Análise Sensorial de Queijos pela escola francesa Mons Formation e especialista em pecuária de leite certificado em: Amostragem, Coleta, Transporte e Qualidade do Leite; Melhoramento Genético e Controle Zootécnico de Rebanhos Leiteiros; Produção de Leite a Pasto; Nutrição de Vacas Leiteiras; Manejo Homeopático para Gado de Leite; Conforto Animal para Produção de Leite; Produção de Leite Orgânico; Manejo Sanitário de Bovinos e Pós-graduação em Pecuária Leiteira pelo Rehagro.

Você só vai encontrar maior variedade de queijos artesanais mineiros se viajar por Minas!

O Queijo Minas Artesanal (QMA)

Produzido através de técnicas que remontam à descoberta do ouro na Capitania de Minas Gerais, o queijo Minas artesanal sobreviveu às pressões da modernização dos processos de produção, não só pelo apego às tradições, mas também pelo isolamento das propriedades produtoras, espalhadas pelas montanhas e pelos vales do Estado, com alguns exemplares sendo produzidos da mesma maneira há mais de 300 anos. Isso contribuiu para que se preservassem produtos com características próprias e de imenso valor cultural e econômico. 

 

O Queijo Minas Artesanal é reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro pelo (Iphan) desde 2008.

Queijo Minas Artesanal

As 9 regiões

Serra do Salitre

O queijo artesanal imperial produzido na região da Serra do Salitre - MG recebe uma capa de resina especial na cor preta ou amarela que proporciona uma cura mais lenta, mantendo a massa branca, macia e com um sabor mais apurado de queijo que envelheceu com técnica e sabedoria.

Cerrado

Apesar da grande extensão geográfica do cerrado mineiro, o queijo da região é produzido do modo tradicional em todo este vasto território guardando características históricas. A consistência deste queijo é mais macia e amanteigada, quando atinge um ponto maior de maturação. Entretanto, para melhor aproveitamento de suas características, ele sugere o consumo no ponto de maturação média.

Triângulo Mineiro

As características da região garantem as diferenças no resultado final do queijo produzido no Triângulo Mineiro. Casca semi-dura, tendendo ao macio. De textura compacta, cor amarelo ouro, de sabor suave e ligeiramente ácido.

Serro

A receita deste queijo foi trazida para o Brasil no século XVIII por portugueses que vieram da região portuguesa da Serra da Estrela. Em Minas a técnica foi adaptada e o queijo do Serro ficou mais úmido e ácido e passou a ser mais valorizado pelo mercado. Este queijo tem massa branca, fina, homogênea, sem trincas e consistente. A casca normalmente é lisa e esbranquiçada e, ao ser curada, tende a ficar com uma crosta fina e amarelada. Pesa entre 725 e 1.250 gramas, tem cerca de 14 cm de diâmetro e altura entre 4 cm e 6 cm.

Campo das Vertentes

A região do Campo das Vertentes, é ideal para a fabricação de queijos pelas condições climáticas favoráveis e ambiente propício ao processo de maturação. Entre suas características a casca é semi-dura, firme e de cor amarelo palha, sua textura é fechada e pode apresentar algumas olhaduras. Sabor levemente ácido.

Araxá

O Queijo Minas Artesanal produzido na região de Araxá é conhecido pelo sabor suave e textura mais delicada, gerada pela combinação única da região, como altitude, tipo de solo e das pastagens. Esse queijo tem a casca amarela e firme quando curado, sabor forte, picante, denso, encorpado e cremosidade que se intensifica com o tempo de maturação. Quando meia cura se parece muito com o queijo canastra. As peças pesam entre 900G e 1.2 kg e podem variar por se tratar de um produto artesanal e em processo de maturação.

Canastra

O Canastra é um tipo de queijo oriundo da região da Serra da Canastra e municípios vizinhos. Produzido há mais de duzentos anos, ele é primo distante do queijo de São Jorge, Açores - Portugal, trazido pelos imigrantes da época do Ciclo do Ouro. O clima, a altitude, os pastos nativos e as águas da Serra da Canastra dão a esse queijo um sabor único: forte, meio picante, denso e encorpado. Desde maio de 2008 o queijo canastra é patrimônio cultural imaterial brasileiro, título concedido pelo IPHAN, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.

Mantiqueira de Minas e Alagoa

Em 1920, o italiano Paschoal Poppa e sua esposa Luiza Altomare Poppa pisaram pela primeira vez em Alagoa, na Serra da Mantiqueira. Os pastos chamaram a atenção do casal imigrante e se tornaram berço para o gado fornecer o leite àquele que viria a ser um queijo artesanal especial. A ideia do casal nasceu da percepção das semelhanças climáticas da região da Mantiqueira com as terras italianas.

- INSTAGRAM -